QUEM SOMOS

A rede NAPeN é uma organização intelectual, sem fins lucrativos, composta por pessoas interessadas no desenvolvimento da neuromodulação não invasiva. Trata-se de uma congregação de núcleos de assistência, de ensino, de pesquisa, de desenvolvimento e de inovação tecnológica, de caráter público ou privado, no âmbito da neuromodulação não invasiva. Cada núcleo participante da rede, seja este um núcleo de assistência, de ensino, de pesquisa ou de desenvolvimento e inovação tecnológica, deve formalizar a participação na rede NAPeN por meio de convênios de cooperação técnica e científica interinstitucionais. Podem também participar da rede NAPeN pessoas físicas por meio de contratos individuais de participação voluntária.

VISÃO DE FUTURO

Ser organização de abrangência nacional e internacional, promovendo o desenvolvimento da neuromodulação clínica através de um ecosistema de iniciativas compartilhadas em ensino, pesquisa e assistência.

PROFISSIONAIS FORMADOS

 
 
 

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PERSPECTIVAS

ENSINO

Promover capacitação e treinamento por meio de cursos, treinamentos, workshop, e similares, de forma a disseminar o conhecimento e as boas práticas da neuromodulação.

Promover ações que facilitem o acesso do público à assistência com modalidades de neuromodulação. Facilitar a implementação de infraestrutura para a utilização da neuromodulação nos vários equipamentos de saúde.

ASSISTÊNCIA

PESQUISA

Promover e disseminar as boas práticas da ciência aberta, compartilhando experiências, eventos adversos e possibilitando uma mega análise por meio da implementação de sistema seguro de banco de dados.

INOVAÇÃO

Incentivar o desenvolvimento de novos produtos, procedimentos, técnicas e protocolos de avaliação, tratamento e reabilitação em neuromodulação.

BREVE HISTÓRICO DA NEUROMODULAÇÃO NÃO INVASIVA

 

Nas últimas três décadas, nossa compreensão das relações cérebro-comportamento foi significativamente moldada por pesquisas usando técnicas de estimulação cerebral não invasiva (NIBS, do inglês non-invasive brain stimulation). Esses métodos permitem a modulação não invasiva e segura de processos neurais, através do uso de correntes elétricas ou campos eletromagnéticos.

O uso terapêutico de correntes elétricas é descrito como atividade científica desde o final do século XVIII. Luigi Galvavani, Charles Le Roy, Duchenne de Boulogne, Beard e Rockwell, Giovanni Aldini, entre tantos outros, são nomes de destaque na construção dessa história. Na década de 1960, os pesquisadores começaram a experimentar o uso de correntes diretas fracas aplicadas diretamente no córtex exposto de animais, o que, nos últimos anos, fundamentou o uso da estimulação transcraniana por corrente contínua e suas influências sobre a atividade cortical em humanos. 

A estimulação magnética em sua forma mais primitiva foi investigada pela primeira vez no final do século XIX, por físicos que estudaram aspectos fundamentais do eletromagnetismo e, em particular, as implicações da lei de Faraday. Jaques-Arsène d’Arsonval e Sylvanus P. Thompson realizaram as primeiras tentativas de estimulação cerebral usando campos magnéticos. Atualmente, existem numerosos dispositivos de estimulação magnética transcraniana disponíveis comercialmente e as técnicas estão presentes tantos em laboratórios de pesquisa quanto na assistência direta, com um volume cada vez maior de publicações científicas sobre seus efeitos em diversas condições de saúde.

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